Mongaguá volta a ter transporte municipal após 10 dias sem ônibus

Fonte CONUT - 11/05/2018 - 10h30min
Mongaguá volta a ter transporte municipal após 10 dias sem ônibus
Após 10 dias sem transporte municipal, os moradores de Mongaguá, no litoral de São Paulo, voltaram a ver os ônibus circularem pela cidade. Nesta segunda-feira (7), a empresa Ação Transportes e Turismo assumiu, de maneira emergencial, o serviço de transporte coletivo do município por 180 dias.
 
A vencedora da licitação emergencial operará o sistema com 13 ônibus, dois micro-ônibus e mais dois ônibus reservas. A empresa Beira Mar, que atuava há mais de 30 anos no município, abandonou o serviço no dia 27 de abril. "Quando saí de casa e vi o ônibus, quase caí. Não acreditei que estava vendo o ônibus passando na cidade", explica a aposentada, Severina Soares.
 
A estudante Gabriela Martins, conta que chegou a ficar mais de 40 minutos no ponto aguardando o coletivo. "Hoje eu peguei o ônibus, não esperei nem 10 minutos. Passou rápido, mas ultimamente estava difícil. Eu ficava 40 minutos pra pegar o ônibus, isso se ele parasse. Muitas vezes já passava cheio e nem parava", conta.
 
De acordo com a administração municipal, os novos ônibus são veículos modernos, com idade de utilização dentro da normalidade, com plataforma de acesso para deficientes e espaço reservado para cadeira de rodas. "Ônibus mais higienizados, não estão caindo aos pedaços. Não são novos, mas são melhores que os de antes", declara a dona de casa, Maria Aparecida Ferreira.
 
Beira Mar
 
Desde o ano passado, os 12 mil usuários diários do transporte público de Mongaguá têm enfrentado problemas com a Viação Beira Mar. Em outubro, os motoristas da empresa cruzaram os braços e não saíram da garagem com os ônibus. Eles pediam o pagamento dos vencimentos de setembro daquele ano.
 
Em fevereiro deste ano, os 56 funcionários da empresa voltaram a paralisar os serviços de transporte na cidade. Na época, eles alegavam que não havia sido feito o pagamento dos vencimentos referente ao mês de janeiro, além de seis funcionários estarem sem registro de sete meses e o fundo de garantia atrasado, em média, há dois anos. A greve, porém, durou apenas 24 horas.
 

Ainda no fim de fevereiro, os munícipes ficaram novamente sem ônibus. Desta vez, 93% da frota deixou de operar por estar quebrada, o que inviabilizava o serviço na cidade. A situação foi contornada parcialmente, quando pouco mais de metade de frota foi colocada de volta às ruas. 

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